Sintra Artista pretende ser um cartaz de actividades artísticas em Sintra e/ou com os artistas de Sintra fora dela.
Uma agenda cultural feita em conjunto com os 'actores' da Arte que esta Serra inspira.
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sábado, 17 de novembro de 2007

Teatromosca Apresenta

LITERATURINHA
NO CENTRO CULTURAL OLGA CADAVAL
Sintra

O dispositivo cénico de Literaturinha é elementar e portátil: dois actores/leitores (duas actrizes convidadas em “O Quarto Rei Mago”) duas malas, objectos dentro. Cenário, som e luz: mínimos. Para todas, a sala favorita é a de ensaios, despojada e intimista q.b.. O que conta: a estória. Esta é uma actividade dirigida para maiores de quatro anos e para o público escolar. Nesse sentido, esta actividade tem sido apresentada em estabelecimentos de ensino, bibliotecas e auditórios de todo o país, em regime de itinerância.

Depois do sucesso alcançado com o primeiro ciclo de leituras encenadas, o Centro Cultural Olga Cadaval e o teatromosca propõem mais três sessões baseadas em contos e estórias que fazem parte dos clássicos da literatura e do imaginário de civilizações já distantes. Proporcionar ao público infanto-juvenil uma abordagem dinâmica, cativante e inventiva à arte da expressão escrita é o objectivo maior de Literaturinha.

Próximas sessões...

Viagem a Lillipute
A partir de As Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift
No ano da graça de 1699, o médico Lemuel Gulliver decide embarcar no Antelope. Segue-se um violento naufrágio, e Gulliver, moribundo, aporta numa ilha singular: os seus nativos medem menos de seis polegadas de altura. Essa ilha, denominada Lillipute, encontra-se em guerra com a ilha vizinha, Blefuscu. Gulliver, depois de passar as passas do Algarve, ou melhor, de Lillipute, desempenhará um papel determinante no desenrolar do conflito insular.
19 Outubro 10.30h (grupos e escolas)20 Outubro 16h
(público geral)

O QUARTO REI MAGO
(Leitura de Natal) a partir de The Other Wise Man, de Henry Van Dyke
Ao contrário dos outros três, Artaban, o quarto rei mago, faltou ao nascimento de Jesus. As oferendas que trazia- uma safira, um rubi e uma pérola- usou-as para ajudar os enfermos e necessitados que cruzaram o seu caminho. Nisto gastou trinta e três anos até ao dia em que, finalmente, encontrou o nazareno no cimo de uma cruz.
16 Novembro 10.30h (grupos e escolas)18 Novembro 16h
(público geral)

Viagem à Lua Num Pau de Cerejeira
a partir de um conto tradicional macaense
Enamorado pela lua, o jovem imperador Meng Uóng imagina alcançá-la. Guiado por Tien-o-Tzê, seu mestre, e com a ajuda de um simples pau de cerejeira, ambos encetam a onírica viagem. O imperador segue de olhos fechados; o mestre desvela-lhe o caminho. Na lua, são anfitriados por Seong-Ngó, imperadora do astro branco, e por um tigre mal-humorado que não gosta de visitas.
25 Janeiro 10.30h (grupos e escolas)26 Janeiro 16h
(público geral)

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Direcção, interpretação/ leitura Filipe Araújo e Paulo Campos dos Reis
Participação especial Iolanda Santos e Susana (em O Quarto Rei Mago)
Apoio ao movimento Diana Alves Grafismo Alex Gozblau Fotografia António Rodrigues Produção executiva Pedro Alves (teatromosca)
Co-produção teatromosca e Centro Cultural Olga Cadaval
Apoios Câmara Municipal de Sintra, Junta de Freguesia de Santa Maria e S. Miguel, El Corte Inglés, Sport Zone e Foreva

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Memorial do Convento

13 de Out a 08 de Dez 2007

Produção TNDM II
em colaboração com o PALÁCIO NACIONAL DE MAFRA
duração 1h20M/12

Carreira:

Informações e marcações: Serviço Educativo do Palácio Nacional de Mafra
Telefone: 261 817 554
Fax: 261 811 947
Horário
4ª a 6ª Feira 11h00 e 15h00
1º Sábado do mês 16h00

Capela do Campo Santo, no Palácio de Mafra
sempre sob marcação
encenação FILOMENA OLIVEIRA

Ansiando por um filho que tarda, o rei D. João V é avisado por frei António de S. José: “Mande V. Majestade fazer um convento de franciscanos em Mafra e Deus vos dará descendência”. O desejo real desencadeará uma epopeia de homens, um esforço hercúleo de milhares de trabalhadores arregimentados em todo o país, de arquitectos, engenheiros e materiais vindos do estrangeiro e pagos a peso de ouro do Brasil, esgotando-o.
Unidos por um amor natural, Blimunda e Baltasar reúnem-se a Bartolomeu de Gusmão e ao seu sonho de voar. A passarola, máquina voadora, misto de barco e de pássaro, nasce do saber científico de Bartolomeu, da força de trabalho de Baltasar e dos poderes de Blimunda, recolhendo as vontades humanas (as “nuvens fechadas”), que alimentarão a máquina e a farão voar. Sobre as obras do Convento de Mafra terá passado o Espírito Santo, dizem os padres e acredita o povo. Voar, nesse tempo, não sendo obra de Deus, só poderia sê-lo do demónio, e assim se anuncia o fim trágico das três personagens maravilhosas.

orgânica sonora
direcção música original:
DAVID MARTINS
masterização e operação: BRUNO OLIVEIRA
arranjos para piano: SANDRA NUNES
arranjos para voz: ANDREIA LOPES
guarda-roupa FLÁVIO TOMÉ e CLÁUDIA FARIA
adereços: JOÃO MAIS
concepção e construção da passarola FLÁVIO TOMÉ e JOÃO TIAGO
criação e adaptação do espaço CARLOS ARROJA
estruturas cénicas e desenho 3D CARLOS BRUNO
direcção técnica DAVID MARTINS
desenho de luz CARLOS ARROJA, DAVID FLORENTINO e PAULO CUNHA
cenografia e criação do espaço cénico
coordenação VITO e CARLOS ARROJA
equipa de montagem BRUNO OLIVEIRA, BRUNO RIBEIRO, CARLOS BRUNO, JOÃO MOTA, ZÉ PEDRO

actores
CLÁUDIA FARIA, PAULO CAMPOS DOS REIS, FLÁVIO TOMÉ, JOÃO MAIS, FILIPE ARAÚJO

Informações e Reservas
Serviço Educativo do Palácio Nacional de Mafra
Tel. 261 817 554
Fax 261 811 947